É possível morrer de saudade?

Alice

Doce, sincera, companheira e gentil, vista por muitos como uma irmã, tenta resolver todos os problemas que encontra, tentando ajudar, acredita no futuro.
Pequena, muito pequena, lembra uma boneca de tão imóvel que por vezes é, outras vezes se mexe tanto que parece uma bailarina girando e dançando, dando piruetas. Linda além da imaginação, uma beleza diferente, cabelos pretos e curtos, espetados para todas as direções. Olhos imensos e atentos, de um castanho mel. De formas miúdas, pele clara como porcelana.
De jeito complicado de entender, determinada e prestativa, não vê dificuldade em nada, fazendo tudo com um gigante sorriso no rosto. Talentosa, dança, canta, toca, desenha, sem mostrar superioridade por fazer tudo com o seu melhor. Gosta quando é reconhecida, gosta de agradar a todos. Personalidade forte, firme em suas decisões, não muda de opinião tão facilmente.
Ela é mais do que alguém metida na vida dos outros, tentando ajudar, é uma das pessoas mais amigas que já conheci, mais confiável e sincera que muitos outros, cativa a todos com sua aura leve. Lida com as coisas como se fossem pequenos obstáculos, passando por eles sem ajuda, mas nunca sozinha. Esperançosa, acredita no que há de melhor para vir, sonha com o futuro.

“Volte esta noite, volte pra mim, por favor. Essa coisa toda de ficar longe de você, eu não aguento mais. É insuportável.”

— Um anjo quebrado

Se estiver esperando eu puxar assunto, morreremos calados.

Queria ir dormir com o mesmo sono de quando acordo.

“Tomando Dorflex, porque o coração também é músculo. Vai que melhora.”

Tati Bernardi.  (via apenas-por1-segundo)
“E antes de tudo acabar, eu tentei fazer dar certo. Mas quando não é pra acontecer, os temporais são constantes.”

Nova York, 1983. (via apenas-por1-segundo)