“Eu não quis sair do meu quarto, com meus olhos inchados, eu tentava não me prender no futuro. Isso ficava mais complicado a cada dia, a cada pensamento, a cada possibilidade indo embora. Perdida em uma floresta escura e solitária, as emoções tornavam-se tão fortes que eu nunca acreditaria em felicidade. Em uma tentativa desesperada de esquecer, repeti para mim mesma que seria melhor.
Para uma noite de inverno, fazia muito calor. O céu estava estrelado, as poucas nuvens só o tornavam mais lindo.
Eu disse a ele “sou um anjo”, ele sorriu e suspirou, mas ele já sabia disso. Segurava minha mão forte, como se todos os seus desejos e sonhos dependessem daquilo. Talvez dependessem mesmo, para mim, para os meus, dependiam. Com seus olhos grandes e castanhos, pareceu mergulhar-se nos meus. E assim ficamos, até que ele disse que ficaria mais uma noite.”

O último anjo da Terra.
“Eu não posso olhar pra trás e voltar, conseguir fazer de novo e melhor. Eu só posso me lamentar e reclamar das coisas.”

“Eu escrevo porque minha voz não tem força suficiente para dizer o que o meu coração sente.”

Restos de um naufrágio. (via autorias)
“E o que a gente faz pro coração parar de doer?”

Restos de um naufrágio.  (via autorias)
“Pode nadar nas águas do amor, mas cuidado para não morrer afogado.”

Restos de um naufrágio.  (via autorias)
“Vou impedir o mundo todo de se transformar em um monstro, nos devorando vivos. Você jamais se perguntou como sobrevivemos?”

Monstros